IMPROVISOS



Em cada sessão, dois actores improvisam uma pequena peça de 25 minutos, criada no momento, única e irrepetível. Ao público só é pedida uma sugestão...
Elenco: Pedro Borges, Mário Bomba, Marta Borges

3, 10, 17 e 24 de Junho | 1 e 8 de Julho
22h30

Duração: 30 mins
no BAR A BARRACA


Voltarei antes da Meia - Noite

pelo Teatroesfera




De 22 de Maio a 27 de Junho na Sala 1 do TeatroCinearte

A recuperar de um recente esgotamento nervoso, Jan Sanderson é levada pelo seu marido Greg Sanderson, um arqueólogo, para uma antiga quinta no campo que fica perto do local das escavações onde desenvolve os seus estudos. George Willowby, o agricultor a quem alugaram a velha quinta, usa um pouco da sua hospitalidade rural e insensível comicidade para se apresentar a Jan, contando a história do terrível assassinato que em tempos teve lugar naquela casa e do fantasma que muitas vezes fora avistado. Jan, de forma natural e instintiva, acende a sua imaginação imediatamente. Como se não bastasse, para vir piorar a situação, Jan é surpreendida com a notícia de que a bela, mas manipuladora Laura Sanderson, irmã de Greg, chegará nessa mesma noite. Jan logo cedo se sente atormentada com estranhos sons nocturnos e visões de fantasmas vingativos. Estará ela à beira de mais um esgotamento? Será ela vítima de uma qualquer congeminação para enlouquecê-la? Quando ela reúne forças para se defender destas aparições, os eventos desencadeiam uma inesperada reviravolta transformando esta noite num inimaginável suspense.

Segundo Rui Luís Brás, “encenar esta peça representa um desafio técnico enorme e a concretização de um sonho antigo de pegar neste género específico [o thriller].
Acredito que tal como os actores e toda a equipa técnica e artística envolvida na construção deste espectáculo, também o público viverá um raro momento de prazer, e certamente terá vontade de repeti-lo”.

Ficha Artística e Técnica
Autor: Peter Colley
Tradução: Ermelinda Duarte
Encenação: Rui Luís Brás
Produção: Teatroesfera

Elenco: Paula Sousa, Pedro Bargado, Peter Michael e Silvia Figueiredo.

Horários
5ª Feira a Sábado às 21h30
Domingos às 16h30
De 22 de Maio a 27 de Junho na Sala 1 do TeatroCinearte
(excepto dias 28, 29 e 30 de Maio)

Informações e Reservas
96 422 50 21

Bilhetes
5ª feira preço único : 5,00€
Sexta a Domingo- Normal - 12,50€
**Com Desconto: Amigos do Teatroesfera, Municipes do Concelho de Sintra, Professores, Estudantes Associações Intersindicais, Revista Happy Woman ou maiores de 65 anos.- 10,00€

ALKANTARA FESTival 2010

O TeatroCinearte vai receber alguns dos espectáculos do Alkantara Festival entre os dias 26 de Maio e 2 de Junho.

PEPCC - Forum Dança
26 de Maio às 21h

P.A.R.T.S
NEW WORKS #1, #2, #3

28 a 30 de Maio
sexta e sábado às 23h00, domingo às 17h00

ANTONIO TAGLIARINI AND IDOIA ZABALETA
ROYAL DANCE

1 e 2 de Junho às 19h00

Bilhetes:
Normal - 12 euros
Menores de 30 - 5 euros
Maiores de 65 - 5 euros
Profissionais do espectáculo - 6 euros

Informações e reservas
Tel. 213 952 577 e e-mail bilheteira@alkantarafestival.pt

http://www.alkantarafestival.pt

 

 

Acolhimentos Anteriores

2010

O Regresso de Natasha
pelo Teatro do Eléctrico



De 5 a 23 de Maio na sala 2 do TeatroCinearte

Este espectáculo é o resultado de uma “curta de teatro”, estreada em 2008, no âmbito do Curtas, festival de teatro de peças de curta duração, promovido pelos Primeiros Sintomas. Apresentou-se na altura com a duração aproximada de 10 minutos.
A muito boa aceitação por parte do público e a experiência do espectáculo em si, fez com que O Regresso de Natasha volte agora, na vertente “peça de longa duração”. Trata-se, portanto, de um renascimento alargado, com uma nova roupagem e conceitos renovados e melhorados.
O espectáculo curto de 2008 serviu-nos, pois, como uma experimentação e uma rampa de lançamento para este novo O Regresso de Natasha.
Sem antes nem depois, este é o episódio de uma história onde quatro personagens, de uma forma cómica e absurda, partilham um espaço de onde não podem sair.
Como uma tempestade de música do quotidiano, que persegue o surrealismo e o exagero do naturalismo, esta alegoria aborda temas como o amor, a solidão e as relações interpessoais.

Ficha Artística e Técnica

Texto e encenação: Ricardo Neves-Neves
Elenco: Ana Lázaro | Rita Cruz | Rogério Jacques | Vítor Oliveira
Assistência de Encenação: Bruno Huca
Música: Sérgio Delgado
Movimento: César Ribeiro
Cabelos e caracterização: Pessoa Jr.
Direcção de produção: Ricardo Neves-Neves

Classificação: m/12
Duração aprox.: 45 minutos
Bilhetes: 5€ (preço único)
Entrada livre para as espectadoras que se chamem Natasha ou Natacha
(segundo a apresentação de doc. identificativo válido)

Informações e reservas:
96 725 96 57 / 91 914 66 80
www.teatrodoelectrico.com

Horários

4ª a sábado às 21H
Domingos às 18H



Vila Cacimba
Pelo TrigoLimpo Teatro ACERT



Eis que o TRIGO LIMPO aprende e ensina a conjugar mais um verbo teatral!
E eis a história de como tudo se conjugou:
Um regresso a Mia Couto. Ou, para sermos rigorosos (se é que o podemos ser quando falamos de sonhos), mais uma etapa do percurso encantado que com ele iniciámos em 1993. Ponto de partida (de uma viagem só de ida): “À Roda da Noite”.
Nesta peça, não só adaptámos pela primeira vez a Teatro as palavras do autor, como também lhe carimbámos o passaporte de companheiro vitalício nas nossas andanças teatrais. E se desde então nos cruzámos menos do que desejaríamos, o certo é que fomos sempre mantendo a conversa (ou melhor, a escrita!) em dia.
Nova criação, novo aperto de mão: com o Projecto “Interiores”, TRIGO LIMPO e Mia Couto surgiram uma vez mais de braço dado. A equipa só ficou, no entanto, completa com outro (a)braço criativo: José Eduardo Agualusa.
Aliás, quando convidámos o Mia para escrever um monólogo, que seria depois articulado com o de outro autor num mesmo espectáculo, ele bem que já tinha lançado a escada:
- “Ando há que tempos para fazer alguma coisa com o Agualusa. Podemos?”
- “Então não podem!” – respondemos em uníssono, quais meninos travessos a quem oferecem um doce.
O monólogo fez-se diálogo artístico ao mesmo tempo que o texto a quatro mãos se fez “Chovem Amores na Rua do Matador”.

Entretanto, o Mia fazia o gosto à pena com Venenos de Deus, Remédios do Diabo. Quando lemos essa história, logo imaginámos as suas frases a jorrar, letra a letra, num novo palco teatral! E assim nasceu “Vila Cacimba”, um maravilhoso conto sobre a busca incessante de um remédio. Como diria Bartolomeu Sozinho, “Sempre há remédio para tudo!”
“Vila Cacimba”: mais uma aposta do TRIGO LIMPO, que conjuga (muito bem conjugado!) o empenho de todo o elenco com os braços e braçadas de amigos de longa data: Nico Nubiola e Carlos de la Madrid, na construção cenográfica; e na composição musical, executada ao vivo pelos actores, Fran Perez com o apoio de Lydia Pinho.

A partir de “Venenos de Deus, Remédios do Diabo, As incuráveis vidas de Vila Cacimba” de Mia Couto

Ficha Artística e Técnica
Dramaturgia e Encenação Pompeu josé
Actores Ilda Teixeira, José Rosa, Pompeu José, Raquel Costa, Sandra Santos e Zito Marques
Cenografia Zétavares, Pompeu José e Taller de Escultura - Nico Nubiola e Carles De La Madrid / Serralharia Rui Ribeiro
Música Fran Perez (executada em cena pelos actores) / Apoio Musical Lydia Pinho
Figurinos Ruy Malheiro com apoio à execução de José Rosa e Sandra Santos
Desenho de luz Luís Viegas / Técnico Paulo Neto
Fotografia Carlos Teles / Desenho gráfico Zétavares
Agradecimentos: Coimbra Matos e Almeida, Carlos Fernandes, Sílvia Leão e todos os que contribuiram para a construção colectiva deste espectáculo
* A “música da água” foi inspirada pela tina da Guiné-Bissau (tambor de água) e pelo talento de Manecas Costa
85ª Produção do Trigo Limpo teatro Acert

Classif: maiores de 12 anos
duração 80 minutos

Horários
De 16 a 18 de Abril
Sexta e sábado às 22h00
Domingo às 17h

 

Policial 2 - CHINESE CONECTION
pelo Utopia Teatro

É um policial falhado – ou de tiro ao lado.
Não tem um morto – mas tem um rapto.
Tem detectives – mas incapazes de desatar nós ao novelo.
Tem três espias – mas uma delas só quer ir para o convento.
Não tem tiroteios – mas há uma arma a rolar de mão em mão.
Em Policial 2 – Chinese Connection há documentos tão secretos que para sempre secretos ficam. Há duas suspeitas e uma mulher indecisa que faz de todos indecisos.
Tudo se passa em mais uma festa de família Galiano, desta feita em redor de projecções de cinema com bobines de película misteriosas e a luz a falhar vezes de mais. É uma festa que “descolou” e na qual ninguém sabe bem como se comportar a cada novo golpe de surpresa – público incluído.
Sair deste espectáculo com mais pistas obscuras que respostas claras é garantido. Afinal, até mesmo entre a família Galiano ninguém parece saber muito.
Atreva-se a aceitar o convite para esta festa de família invulgar. Atreva-se a fazer parte desta vertigem.

Horário
Quinta a Sábado, 21h30
25 de Março a 3 de Abril
M/12
na sala 2 do TeatroCinearte

Bilhete individual: 10€
Grupos 5 ou mais espectadores: 7,5€
Menores de 30 anos: 5€

Bilhetes à venda no local uma hora antes do início do espectáculo
Informações e reservas pelo email geral@utopiateatro.com ou pelo telefone 96 624 79 34.

Duração aprox. 60 minutos sem intervalo

mais informações em http://www.utopiateatro.com/

 

2009



O Café

de Carlo Goldoni

O Dramaturgo italiano Carlo Goldoni é considerado um dos maiores autores europeus de teatro e um dos escritores italianos mais conhecidos fora do seu pais. O texto de Goldoni  tem mais de duzentos anos, mas adapta-se perfeitamente ao tempo actual. A história desenrola-se num café de uma rua de Veneza junto a uma casa de jogo e de uma hospedaria. O que deveria ser um negocio funciona como um observatório, ponto de concentração de informações e intrigas.

Epítome:
Este trabalho nasce do interesse de adaptar um texto setecentista numa estória igual a tantas outras dos tempos actuais. O nosso “O Café” simboliza ou pretendemos que simbolize o mundo actual, encontros e desencontros. Uma critica social com humor, despertando no público a esperança, perdão e honestidade. O bem e mal estão muito bem delineados por dois personagens, um que pretende e é honesto ajudando o próximo e o outro criando artimanhas e contra-informação ou não fosse um candidato…

A interpretação pertence ao novo grupo teatral A Velha escola com encenação de João Rosa

Ficha Técnica:

Elenco:
Artur Assunção | Delfina Costa | Helena Duarte | João Pires Silva | Lurdes Vinagre | Manuela Meireles | Manuel Maduro

Dramaturgia:Lurdes Vinagre e João Rosa| Encenação:João Rosa | Assistência de encenação e direcção de cena: Catarina Gonçalves | Iluminação: Bruno Duarte | Cenografia: Azulino Marques | Fotografia: João Torres | Apoio cénico/Logístico: Pedro Santana

Em cena
nos dias 3, 4, 5, 9, 10, 11, 16, 17, 18 e 19 Dezembro 2009 às 22:00

Faça a sua reserva…
producoesteatrais2@gmail.com ou tel. nº 93 823 85 65
Website: http://joaorosaoficinasteatro.wordpress.com/em-cartaz/

 



apresenta o musical

“Mais vale ser cego de todo, do que ter um ar destes.”
Esta é a opinião de Pickles, a pulga, que inadvertidamente vai cair na orelha do protagonista do Conto de Natal, o avarento Scrooge. Scrooge, uma personagem de Dickens que recusa a tradição e põe em causa o ideal do Natal, tem desta vez um observador anónimo, a pulga Pickles. De uma forma inovadora, Pickles vai fazer uma narrativa da viagem alucinante que Scrooge inicia quando é confrontado por três espíritos natalícios que o tentam redimir dos erros do seu passado.
Neste processo, vão precisar quase sempre, de uma pequena ajuda terrena por
parte de Pickles, emprestando uma natureza humana a estas personagens oriundas
do sobrenatural.

Boas festas para todos em qualquer altura do ano!
“O Natal só acontece uma vez por ano, triste verdade, pois se acontecesse todos os dias, este mundo seria bem diferente.”
Esta é a mensagem de Charles Dickens e do seu Conto de Natal.
Repicariam então os sinos com a sua sábia capacidade de transmitir todo um mundo espiritual, revelando-o como um grande amigo da infância.
Boas festas para todos, com os Contos de Charles Dickens.


7 NOVEMBRO A 20 DEZEMBRO | SÁBADOS ÀS 15H30 E DOMINGOS ÀS 11H00
MARCAÇÕES PARA ESCOLAS: 4ª, 5ª e 6ª às 10h e às 14h

Ficha Artística e Técnica
Dramaturgia: Pedro Martinho e Jorge Gomes Ribeiro
Encenação: Jorge Gomes Ribeiro
Elenco: Nuno Bernardo, Pedro Martinho, Quimbé, Rita Fernandes, Ruben Santos, Sónia Neves e Sérgio Moura Afonso
Produção: Paula Prats; Cláudia Lauro
Direcção Musical: Sandra Nunes
Direcção Vocal: Mariana Abrunheiro
Coreografia: Bruno Cochat
Desenho de Luz: Carlos Gonçalves
Figurinos: João Micael
Execução de Guarda-Roupa: Alda Cabrita
Ilustrações: Hugo Martins
Design Gráfico e Multimédia: Margarida Fernandes

Bilhetes:
7,5€ - crianças até aos 12
10€ - bilhete normal
menores de 3 anos nao pagam
marcações de escolas - 5€ por criança

Para mais informações: www.companhiadaesquina.com | tlf: 218885093 | tlm: 912916231
www.companhiadaesquina.com | e-mail: geral@companhiadaesquina.com


24º Aniversário do Conselho Nacional da Juventude

No próximo dia 8 de Setembro o Conselho Nacional de Juventude, irá comemorar o seu 24º aniversário nas instalações do TeatroCinearte.

Com início às 18h00, o programa constitui a apresentação dos projectos “20 propostas jovens para Portugal”, “Alimentação em Acção” e “Vamos cuidar de Portugal”. Posteriormente decorrerá a assinatura de vários protocolos, designadamente com o Centro Norte/Sul do Conselho da Europa, IFP, IPAD e FDTI.

Após a assinatura dos protocolos, será servido um cocktail a todos os presentes seguido de um convívio.

 

“Se eu fosse eu”
pela Companhia Simples de Teatro de São Paulo



A BARRACA tem o prazer de receber a Companhia Simples de Teatro de São Paulo num espectáculo único em Lisboa.
“Se eu fosse eu”, será apresentado no dia 28 de Junho às 15H na sala 2 do TeatroCinearte.

Inspirada no romance “Uma Aprendizagem ou Livro dos Prazeres” de Clarice Lispector, a peça expõe a iniciação de uma mulher (Lóri) em busca de si mesma. Enfrentando-se e questionando a sua própria natureza, ela descobre a experiência do encontro com o outro (Ulisses), descobrindo o amor.

Seguindo o mapa da aprendizagem sugerida por Clarice, a companhia mergulhou na sua própria trajectória desaguando assim, num espectáculo que contém, como a vida, um fluxo não linear. São narrativas fragmentadas. Ora os “actores / personagens” são inconscientes, ora despertam para a consciência. A peça não se fecha numa uma única linha narrativa pois entendemos que o espectador completa a trama com sua própria história. Parafraseando Clarice, “nosso porto de chegada são os outros”.

Ficha Artística e Técnica

Direcção: Antônio Januzelli “Janô”
Actores: Daniela Duarte; Flavia Melman; Luciana Paez; Otávio Dantas
Texto: Cia. Simples de Teatro
Preparação Corporal: Clarissa Leme Rezende
Comunicação Visual: Fernanda Resende
Iluminação: Clayton Mariano / Denilson Marques
Operação de Luz: Paulo Candusso
Fotos: Melina Borba
Produção: Gesto Cultura e Comportamento

Horário
Domingo às 15h00 na sala 2 do TeatroCinearte

Bilhetes:
12,5€ - Preço normal
10€ - Menores 25, Maiores 65, Profissionais Espectáculo, Estudantes, Reformados e Grupos (+ 15 pessoas)

Para informações e reservas: bilheteira@abarraca.com, 213965360, 213965275

“El Llanto”
pela Octubre Teatral, companhia de teatro independente de Barcelona

O espectáculo taurino, hoje em decadência, e na Catalunha em vias de extinção, participava do ritual religioso e das artes cénicas - tragédia e dança ai mesmo tempo - porém, disse um famoso toureiro, na preça morre-se realmente. Durante a primeira metade do século XX viu-se uma explosão do interesse de intelectuais e artistas, mesmo para além das fronteiras da Espanha, pela FIESTA.
Llanto por Ignacio Sánchez Mejías, de Federico García Lorca, escrito em 1935, é sem dúvida a fruta literária mais madura daquela árvore.
Nessa altura, na Catalunha havia uma grande “afición”: El Perutxo, Marius, Cabré, Los Hermanos Bermadó, etc.
O protagonista, Ignacio Sánchez Mejías era um personagem fascinante: toureiro, poeta, dramaturgo de sucesso, desportista, Don Juan e homem do mundo. Como Federico escreveu, não houve em Sevilha ninguém comparável.

Esta não é a primeira vez que  El Llanto sobe ao palco. Há uma montagem sevilhana anterior de Concha Távora. A proposta catalã da Octubre Teatral, assinada por Jaume Villanueva, ilustra o esplêndido texto do poeta andaluz com um fundo musical à sua altura, obra de um catalão universal: Enric Granados.
A música de Enric Granados em comunhão com LORCA, numa obra que toca as emoções. A cantora Juana García - a “gitana” catalã; os bailarinos Nacho Blanco e Fede Gómez, acompanhados pelo piano de Rafael Plana,exprimem amagia do mundo taurino, através da elegia mais bela de todos os tempos: "Llanto por Ignacio Sánchez
Mejías", dirigido por Jaume Villanueva.

29 a 31 de Maio
Horário: Sexta e Sábado às 20h00 | Domingo às 15h30
Sala 2 do TeatroCinearte

 

“HENRIQUE IV, O REI LOUCO, DRESS-UP”
Utopia Teatro leva à cena Luigi Pirandello

Um homem cai do cavalo e bate com a nuca. Ao recuperar a consciência, julga ser Henrique IV, o trágico Imperador da Alemanha. Durante 20 anos, o seu abastado sobrinho Di Nolli financia uma elaborada farsa numa vila remota, onde actores fazem as vezes de conselheiros do monarca e simulam a vida na corte do séc. XI, para contento do “louco”.

Agora, Dona Matilde e Belcredi chegam à “corte” acompanhados do Doutor Dionísio Genoni, reputado especialista em males do espírito, apostados em resgatar Henrique IV da sua loucura.

Mas o paciente vai revelar-se mais difícil e intrigante do que o esperado…

Dramaturgia e Encenação: Nuno Vicente. A
Música Original: Bruno Béu
Desenho de luz: Rui Braz e André Rabaça (da Companhia de Teatro de Sintra).
Elenco: Ana Bernardino, Filipe Araújo, Francisco Gomes, Paulo Campos dos Reis, Paulo Cintrão, Paulo Martins, Pedro Mendes, Raquel Ferreira e Rute Lizardo


30 de Abril a 3 de Maio
Horário: 5ª a Domingo às 21h30
Sala 2 do TeatroCinearte

Bilhetes
10€; Grupos (5 ou mais pessoas): 7,5€; <30 anos: 5€

2008

FERNANDO MIL PESSOAS UMA MUSA E...
por Leonor Alcácer Produções

A cena pretende evocar a atmosfera de uma antiga taberna portuguesa. Cadeiras usadas, uma mesa com tampo de mármore e, a um canto, um piano velho. Um homem, o Poeta, dorme profundamente com a cabeça apoiada no tampo da mesa. Do seu sono materializam-se três personagens que num ambiente de mistério vêm animar a cena. As palavras do Poeta transformam-se em música, canto e dança. A primeira personagem poderá ser o seu alter-ego, ou representar os seus inúmeros heterónimos; outra será o hipotético arquétipo feminino da Mãe Terrena, Universal. A última das três será mesmo a Musa do Poeta que misticamente vem soprar na sua alma os versos da sua Poesia.....

Integrado nas efemérides dos 120 anos do nascimento do Poeta Fernando Pessoa (1888-1935), será apresentado a partir do próximo dia 7 de Novembro de 2008 pelas 21:30, o espectáculo “Fernando Mil Pessoas Uma Musa e …” da autoria do encenador italiano Mario Fedele, e baseado nos textos poéticos de Fernando Pessoa.

Este espectáculo de poesia, melodia e gesto expressivo, é apresentado pela Leonor Alcácer Produções, e é a resposta a um convite do Centro de Língua Portuguesa do Instituto Camões na Universidade de Oxford, para conceber, criar, produzir e realizar um trabalho original sobre a obra deste poeta. A estreia (world premiere) teve lugar em 27 de Fevereiro de 2008 no St John’s College Auditorium, Universidade de Oxford, em Inglaterra.

Produzido por Nuno Pinto Teixeira, conta com as interpretações da actriz Leonor Alcácer, da cantora Zi Plátano, da pianista Ana Rá (autora também e intérprete da música original) e agora, em apresentação, Francisco Rousseau (1º Bailarino, Ballet Gulbenkian, 1981-2001) que substitui assim Mario Fedele (Accademia Nazional Di Danza, Roma) como bailarino. Durante 70 minutos poderemos rever Alexander Search, Álvaro de Campos, Bernardo Soares, Alberto Caeiro e Ricardo Reis, declamados em português e inglês.

Em cena até 30 de Novembro 2008

Horários: 5ª a sábado às 21h30
Domingos às 16h00
Bilhetes
10€ Adultos
7,5€ Profissionais do teatro e grupos
5€ Reformados, estudantes e crianças

Para mais informações e reservas:

TLF: 927868500
e-mail: laproducoes@leonoralcacerproducoes.com


EFÉMERA
pela Miau Associação Cultural




«Efémera é um espectáculo que nos fala da vida, da morte, das dormências e dos despertares individuais e colectivos da vida moderna…»

Em Efémera, uma estrada secundária do Alentejo interior é palco de um espectacular acidente rodoviário, que consuma no choque o encontro de duas existências inquietas, a de Catarina, jovem mulher em fuga à escalada depressiva que afunda a sua vida na cosmopolita Lisboa, e Pedro, homem vivido e encontrado nas suas raízes alentejanas, de cuja vida tranquila dedicada à agricultura e aos ritmos da natureza se apodera uma crescente inquietação interior. Esse poderoso instante despoleta significativas mudanças nas suas vidas, levando à hospitalização de Pedro e Catarina, que permanece em coma. Num febril “flashback”, são reveladas ao público as circunstâncias que levam a jovem a empreender esta viagem, culminando no momento do acidente, que é também o do despertar, e em que Pedro e Catarina se encontram e se lançam, numa vertiginosa queda, nos braços fortes do amor. ƒ

Ficha Artística e Técnica
tEXTO_Rita Fouto
dRAMATURGIA E eNCENAÇÃO_Catarina Santana
iNTERPRETAÇÃO_Elisa Crisóstomo, Filipa Moraes, José Coelho, Miguel Velez, Pedro Gonçalves, Rita Fouto, Rui Dinis
mÚSICA_Jerónimo
cENOGRAFIA_João Lima
fIGURINOS_Elsa Lima
dESENHO DE lUZ_André Calado
bANDA dESENHADA_Garagem Hermética Associados
gRAFISMO_Miguel Velez e Ziddini
pRODUÇÃO_MIAU Associação Cultural
pRODUÇÃO eXECUTIVA_Joana Magia

Em cena até 1 de Novembro
Horários:
6ª e sábado às 22h00
M/12

Bilhetes:
Preço normal: 10 €
Até aos 25, Maiores 65 e Desempregados: 5€

A Bilheteira estará em funcionamento no foyer da sala 2 do TeatroCinearte das 20h30 às 22h.


OS NOSSOS PAIS
pelo Grupo de Teatr o do Oprimido

Responsabilidade Familiar – Terceira Idade – Igualdade de Género
O Grupo de Teatro do Oprimido de Lisboa volta à cena no Teatrocinearte “A Barraca” com o espectáculo de Teatro Fórum Os nossos pais.Todas as segundas-feiras de 26 de Maio a 16 de Junho às 21h30 na Sala 2 da Barraca.

Os nossos Pais é um desafio à reflexão conjunta sobre a família contemporânea. Qual a nossa responsabilidade no bem-estar e qualidade de vida dos nossos pais e avós? Estão as novas dinâmicas familiares preparadas para lidar com o envelhecimento da população? A igualdade de género é um tema do passado?
Como sempre no Teatro Fórum, nós apresentamos o problema e são os espectadores que actuam e propõem as soluções.
O Teatro do Oprimido de Augusto Boal envolve actores e público num processo de reflexão mútua sobre a nossa realidade. Ao contrário do que acontece no teatro convencional, os espectadores podem, no fim da peça, entrar em palco e propor/ actuar possíveis soluções para o problema apresentado. O teatro surge como espaço de participação, discussão e análise de ideias.
A metodologia do Teatro do Oprimido (TO) foi desenvolvido por Augusto Boal no Rio de Janeiro, Brasil, em meados da década de 60 sendo hoje praticada em mais de 70 países. É uma metodologia e uma prática teatral cujo objectivo é promover a reflexão do espectador sobre a sua realidade, expondo o modo como a sua conduta resulta da sua percepção das relações de poder, de processos de dominação e exclusão social. Pretende-se com esta metodologia clarificar estes processos, dando ao sujeito modos de agir com conhecimento e em liberdade.
Através da participação e envolvimento dos actores e públicos (categorias mutuamente reversíveis no Teatro do Oprimido), cria-se um processo de reflexão mútua. Ao contrário do que acontece no teatro convencional, os espectadores podem, no fim da peça, entrar nela propondo/actuando possíveis soluções para o problema apresentado, resultantes da sua vivência e história de vida. Usando a actividade teatral e o palco como um espaço neutro para a exposição, discussão e análise de ideias, desenvolve-se a participação cívica, garante-se o direito de cada um de exprimir as suas ideias.
O Grupo de Teatro do Oprimido de Lisboa (GTO) é uma associação sem fins lucrativos empenhada em estimular a participação activa e consciente dos cidadãos na construção da sociedade. Actualmente o GTO desenvolve as suas actividades teatrais no Teatrocinearte “A Barraca”. Além da criação e apresentação das peças, o GTO trabalha como multiplicador da metodologia do Teatro do Oprimido, formando e acompanhando grupos de Teatro Fórum em bairros problemáticos de Lisboa, Amadora, Barreiro e Seixal.


Ficha técnica
Criação: o grupo
Encenação – Diogo Mesquita e Romeu Costa
Curinga – Gisella Mendoza
Actores – Joana Lobo, Magda Novais, Reginaldo Spínola
Vídeo – Pedro Sena Nunes
Produção – GTO Lisboa
Agradecimentos –“A Barraca” - Teatrocinearte
Bilhetes: 4€

 



ROSMANINHO E ALECRIM
pela Companhia da Esquina

 

AMOR
pelo Teatro de Montemuro



O Teatro do Montemuro termina a digressão do espectáculo “Amor” em Lisboa.
Regressa assim a Lisboa, após a sua estadia em Fevereiro no CCB com o espectáculo para os mais pequeninos “Qaribó” e apresenta–se agora entre os dias 10 e 12 de Abril no TeatroCinearte
(A Barraca) com o espectáculo “Amor”, a sua mais recente produção com Encenação e Dramaturgia de Eduardo Correia.

“Amor” estreou a 7 de Dezembro de 2007 no Espaço sede da companhia – o Espaço Montemuro – e daí rumou para cerca de 30 apresentações neste primeiro trimestre do ano de 2008. Com outros espectáculos em cena o ritmo tem sido frenético mas é com orgulho e rigor que este e todos os projectos são executados.

Daqui o Teatro do Montemuro parte para a criação de novos projectos artísticos. Por enquanto agradecemos a presença de todos que queiram conhecer este projecto. Agradecemos particularmente a divulgação deste projecto.

O Espectáculo
O Amor é como uma pequena planta silvestre que se instala atrevidamente no nosso jardim, depois vai crescendo, e levemente contagia todas as outras plantas que se deixam seduzir por todo o seu encanto.
Tal como o amor, as plantas sofrem. São muitas as vezes que elas fecham as suas pétalas, despedaçando lágrimas para depois solta-las em pequenos pedaços, só para que o jardim não fique triste ao vê-la chorar.
São muitas as formas que encontramos para descrever este sentimento. Reduzi-lo apenas a uma não possível. Se esse amor for sincero, estamos todos certos. Fazemos perguntas, ouvimos respostas, por momentos perdemos a vergonha e falamos.
O que pretendemos neste espectáculo é contextualizar o amor em toda a sua vertente e contar de uma forma poética e simples a dureza desta história.
Tudo começa com o acabar de muitos anos de sonhos, projectos de vida de um jovem que se vê obrigado a abandonar a sua terra, os seus pais, as suas coisas, para “engrossar” o quarto pelotão numa missão de paz em clima de guerra.
A partir desse momento tudo acontece, e como vem sendo tradição no Teatro Montemuro a forte vertente emocional vai levar cada um de nós, espectadores a descobrir que na vida há tantas coisas para amar.

Ficha Artística e Técnica
Texto Eduardo Correia Encenação Eduardo Correia Direcção Musical Carlos Adolfo Cenografia Purvin Figurinos Pedro Santos Costureiras Capuchinhas CRL Assistência à Cenografia Élio Antunes Construção de Cenários Victor Nuno Duarte Desenho de Luzes Paulo Duarte Operação Técnica Eduardo Correia Interpretes Abel Duarte, Paulo Duarte, Daniela Vieitas, Carlos Cal, Neusa Fangueiro e Rodrigo Viterbo Produção Executiva Paula Teixeira Direcção de Cena Abel Duarte Assessoria de Imprensa Paula Teixeira Assistência de Produção Susana Duarte Cartaz Helen Ainsworth Fotografia Lionel Balteiro

Bilhetes
Bilhete normal - € 7,50
Sócios da Associação do Fôjo (Teatro do Montemuro) – Entrada Gratuita mediante apresentação do cartão de sócio
Cartão Jovem / < 18 anos / > 65 anos / profissionais do Teatro - € 5,00



PEDRO E O LOBO

 

Espectáculo para a infância baseado na obra de Prokofiev.

Uma extravagante família de saltimbancos conta e vive a história de Pedro e o Lobo por meio de música, dança, teatro e números de circo.

Ficha Artística
Encenação Sandra Faleiro
Concepção Plástica Ana Teresa Castelo
Sonoplastia Sérgio Delgado
Luz Paulo Oliveira
Interpretação Catarina Mascarenhas | César Ribeiro | Ricardo Neves Neves
Assistência de Produção Andreia Carneiro e Catarina Ferreira (estagiária)
Direcção de Produção Mafalda Gouveia

De 10 a 29 de Fevereiro no TeatroCinearte - A Barraca
(Largo de Santos, nº2)

Sábados às 15h00 | Domingos às 11h30

Continua disponível de 3ª a 6ª às 11h00 ou às 14h30 para escolas - sob marcação para os Tels. 21 347 08 77 ou 96 160 51 56 (Andreia Carneiro)

Duração da peça: 30 min.
M/4

Preço bilhetes:
7,5 €- individual
5 € - grupos + de 10 pax  
5€ - preço escolas (marcação de grupos)


“La Colmenita” apresenta
Os Contos Cubanos de Andersen


A primeira companhia de teatro infantil de Cuba, “La Colmenita”, fará uma visita de trabalho teatral artístico a várias cidades de Portugal. Esta é uma digressão de intercâmbio cultural que terá lugar entre os dias 3 e 13 de Janeiro do próximo ano 2008. A BARRACA vai receber esta companhia no dia 6 de Janeiro, pelas 17h00, com o espectáculo “Os Contos Cubanos de Andersen”.

“La Colmenita” é uma companhia caracterizada por desenvolver programas e ateliés em diferentes sectores de Havana e em comunidades do interior de Cuba, com ênfase na integração das crianças e adolescentes com deficiências de todo tipo, permitindo uma melhora substancial da auto-estima e das próprias doenças que sofrem. Umas 700 crianças de toda Cuba são membros de La Colmenita.

 A companhia tem apresentado as suas obras em cenários de todo o mundo, como por exemplo Espanha e Estados Unidos. O seu director foi reconhecido dentro e fora de Cuba pela sua importante labor e o grupo recebeu oficialmente o título de “Embaixadora de Boa Vontade da UNICEF”.

Em Portugal apresentará os espectáculos “Los Cuentos Cubanos de Andersen“ (Contos cubanos de Andersen) e “La Cenicienta según los Beatles” (A Cinderela segundo os Beatles). A  representação que vem a Portugal é composta por 22 crianças e 10 adultos e farão um percurso por 9 cidades, a começar por Aljustrel no dia 3; Alcochete no dia 4; Santiago do Cacém no dia 5; em Lisboa no dia 6; Vendas Novas nos dias 7 e 8; nos dias 9 e 10 em Alandroal; em Guimarães no dia 11, em Moita no dia 12 e terminam em Vila Real de Santo Antonio no dia 13.

2007

Magníficas Produções apresentam:

"A Noite dos Assassinos"



4 a 22 de Novembro às 21h30
Sala 2

M/16

Bilhetes:
12€

Sinopse
O que nos oferece “A noite dos assassinos” é um jogo dramático desenvolvido em torno do conflito de gerações, acompanhado pelo ódio aos pais.
O apaixonante retrato de uma complexa relação entre irmãos. Num sótão, espaço do imaginário de infância,  três jovens irmãos desafiam os seus medos através de um jogo complexo de recordações de infância.
Os três irmãos transformam-se nos actores que interpretam os seus pais, os vizinhos, as velhas alcoviteiras, a justiça, a autoridade e a si mesmos, e montam esse teatro, dentro do teatro, passando pelos seus vários géneros da farsa á comédia do drama à tragédia.
Um texto original contemporâneo de José Triana, um autor cubano, de carácter universal.

Ficha Técnica

Texto: José Triana
Tradução: Isabel Feijó | Carmo Calheiros
Encenador: António Pires
Elenco: Margarida Vila-Nova, Filomena Cautela, Graciano Dias
Cenografia: António Pires | João Martins
Figurinos: Dino Alves
Música Original: Diogo Dias
Luz: Vasco Letria
Making Off: Ivo Ferreira
Produção: Ana Bordalo, Maria Manuel Vila-Nova






A BARRACA - TeatroCinearte recebe nos próximos dias 30 de Novembro e 1 de Dezembro a mostra de Arte NON STOP
Arte Non Stop é um espaço alternativo a novas ideias e criações. Surgiu da necessidade urgente de oferecer visibilidade às várias formas de expressão artística, projectando neste sentido os artistas numa plataforma nacional e internacional. Num formato atractivo, inovador e contínuo, foram convidados a um diálogo aberto os mais diversos criadores, intérpretes, programadores, difusores, técnicos e públicos em torno de apresentações de peças, adaptações, exposições e instalações nas áreas da dança, teatro, circo, música, vídeo, cinema, fotografia e artes plásticas.

Mais informações
213932410 ou em http://artenonstop.blogspot.com/

 

Trigo Limpo teatro ACERT apresenta:
"Duas histórias de Solidão. Duas Histórias a Sós"
23 e 24 de Novembro às 21h30
Sala 2


Bilhetes:
10€ - preço normal
7,5€ -
estudantes e reformados
5€ - sócios Acert ou Associação de Espectadores da BARRACA

Do Projecto “Interiores”
Espectáculo baseado na dramaturgia cruzada de textos dramáticos especificamente criados para o Trigo Limpo teatro ACERT
Esta produção representa a concretização de um projecto há muito previsto para o Trigo Limpo teatro ACERT. Depois da criação de mais de duas dezenas de novos textos dramáticos baseados na adaptação livre de textos de variados autores, a Companhia prolonga uma rica experiência iniciada com Jaime Rocha – Transviriato.
O Trigo Limpo teatro ACERT convida seis autores, Hélia Correia, Jaime Rocha, José Eduardo Agualusa, Mia Couto e Eduarda Dionísio, para a criação de monólogos teatrais que, posteriormente, poderão combinar-se numa dramaturgia única, favorecendo o aparecimento de novos textos dramáticos de autores contemporâneos de língua portuguesa. A experimentação, pelo contacto directo com os autores, de um trabalho acompanhado, amplia as relações dos criadores teatrais com escritores, de forma a poder prolongar esta prática a futuras etapas de trabalho, possibilitando ao público o contacto com autores de reconhecida importância num universo de escrita diferente.

Assim, este espectáculo procurará prolongar a experimentação e a pesquisa de linguagens cénicas que tenham o texto e o trabalho de actor como vectores preponderantes, permitindo que a criação cenográfica e a música de cena acompanhem as etapas de construção do texto, ao invés de o servirem na fase de conclusão.

Interiores 1
Duas histórias de solidão.
Duas histórias a sós.

Na primeira história uma personagem feminina re-inventa o passado através do que tem guardado na sua memória esburacada. Relembra principalmente um companheiro e amigo do período revolucionário pós 25 de Abril. Ele é agora membro do governo. Ela viu a tomada de posse na televisão.
Sozinha representa, entre a realidade e a ficção, o eu e o outro, os outros…
Sem nunca perceber completamente quem é quem. Quem é um quem é o outro.
Recomeça sempre baralhando de novo no desespero de quem vê andar o mundo sentindo que já não faz parte dele.

Na segunda história uma personagem masculina, Ortov, é também um desesperado. Toma o público como testemunha de um crime que não sabemos se cometeu. Acredita mais no mediático que na Justiça. Diz que matou a vizinha e explica detalhadamente as razões representado as vozes que ainda ouve dentro da cabeça: da vizinha e do marido, do psiquiatra…
Conta em pormenor a sua situação.
Está mal, muito mal. Descobriu o mal de Ortov.

a partir de
“do avesso e do direito” de Eduarda Dionísio
e de “o mal de Ortov” de Jaime Rocha
dramaturgia e encenação de Pompeu José
 interpretação de Raquel Costa e Ruy Malheiro

 

GRUPO DE TEATRO DO OPRIMIDO DE LISBOA APRESENTA


BERIMBU? BERIMBÉ? OU QUE RAIO ISSO É!
Multiculturalidade – Imigração – Diversidade

Uma peça de teatro fórum que convida o espectador a uma reflexão/acção colectiva sobre a nossa (in)capacidade de aceitar o outro...
Uma peça que fala da tolerância e da integração das pessoas que são diferentes de nós.   
Na lógica do Teatro do Oprimido, esta peça abre o espaço para que o público entre em cena e actue com as suas propostas de como construir uma sociedade multicultural.

De novo em cena em data a anunciar


O Grupo de Teatro de Oprimido de Lisboa:
A metodologia do Teatro do Oprimido (TO) foi desenvolvida por Augusto Boal no Rio de Janeiro, Brasil, em meados da década de 60 e é hoje praticada em mais de 70 países. É uma metodologia e uma prática teatral cujo objectivo é promover a reflexão do espectador sobre a sua realidade, expondo o modo como a sua conduta resulta da sua percepção das relações de poder, de processos de dominação e exclusão social. Pretende-se com esta metodologia clarificá-las, dando ao sujeito modos de agir com conhecimento e em liberdade.

Através da participação e envolvimento dos actores e públicos (categorias mutuamente reversíveis no Teatro do Oprimido), cria-se um processo de reflexão mútua. Ao contrário do que acontece no teatro convencional, os espectadores podem, no fim da peça, entrar nela propondo/actuando possíveis soluções para o problema apresentado, resultantes da sua vivência e história de vida. Usando a actividade teatral e o palco como um espaço neutro para a exposição, discussão e análise de ideias, desenvolve-se a participação cívica, garante-se o direito de cada um de exprimir as suas ideias.

O Grupo de Teatro do Oprimido de Lisboa (GTO) é uma associação sem fins lucrativos empenhada em estimular a participação activa e consciente dos cidadãos na construção da sociedade. Actualmente o GTO desenvolve as suas actividades teatrais no Teatrocinearte “A Barraca”. Além da criação e apresentação das peças, o GTO trabalha como multiplicador da metodologia, formando e acompanhando grupos de teatro fórum em bairros críticos de Lisboa e Amadora.

 
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